A Ana foi uma pessoa que logo à partida entendeu as “questões” que me colocavam num ciclo vicioso de angústia e frustração e que me impediam de evoluir como pessoa em todas as vertentes: espiritual, afectiva e profissional. Fez-me compreender porque é que assumia determinados comportamentos que me infligiam sofrimento e ensinou-me pequenas ferramentas para quebrar o ciclo e virar a página, mostrando-me que há formas de atingir sucesso e felicidade sem auto-sabotagem.
A Ana espelhou a minha personalidade de uma forma que desconhecia e envolveu-me num processo, que é longo e constante, de autoconhecimento que hoje considero fundamental para qualquer um que queira atingir a plenitude e deseje viver em lugar de existir.